quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O Dia a dia na banda

Após quase um mês sem sinal de tv, conseguimos finalmente ter o sinal de tv.
Quando finalmente tivemos sinal de tv ficamos sem o aparelho de tv da sala.
Entretanto substituímos esse aparelho de tv por um dos aparelhos do quarto.
Ficámos sem energia na bomba de água!
Fizemos uma puxada para a bomba de água!
Ficámos sem o aparelho de tv de substituição!
Retirou-se a puxada, deixou de funcionar o gerador!!

Será possível que durante um dia apenas consigamos ter tudo a funcionar ao mesmo tempo!!??

domingo, 9 de outubro de 2011

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Quando a esmola é muita...

... O pobre desconfia.
Agora temos Tv, mas não há bomba de água para ninguém.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

TV na banda

Ao fim de 7 meses na banda, finalmente a tvcabo veio fazer a instalação de tv!!
Claro que entretanto a tv da sala pifou...

terça-feira, 4 de outubro de 2011

O Cemitério dos Barcos sem Nome

Desprezado e abandonado, não teve a mesma sorte (ou azar) que o Vasa: algo que o tornasse invencível na sua redoma e convencido de tanto olhar. Em vez disso, aguarda lentamente a sua vez. A vez em que o mar, paciente, dê o seu golpe final para o consumir vagarosamente, peça a peça.

Não teve tempo para contar a sua história. Esta ficará para sempre esquecida, mas imortalizada num puzzle de sedimentos impossível. Aguarda os poucos visitantes que lhe sobra, esperando transmitir algo do que lhe resta, das suas viagens sem fim. O seu nome, outrora de orgulho para as suas altas patentes e falado nos quatro cantos do mundo, é agora um conjunto de letras sem nexo, vandalizado pelo tempo e pela oxidação.

Este foi o cenário com que me deparei e que Arturo Pérez-Reverte não poderia ter descrito melhor. Quem sabe se não serviu mesmo de inspiração, tal o surrealismo que o envolve.